Resumo: no segundo turno das eleições de 2026, em 25 de outubro, olhe para votos válidos, rejeição e tendência entre vários institutos. As pesquisas divulgadas precisam ser registradas na Justiça Eleitoral, e é possível conferir metodologia, amostra e contratante antes de confiar em um número.
O método em quatro etapas
1. Converta para votos válidos
Muitas pesquisas mostram votos totais, com brancos, nulos e indecisos. Para estimar quem passa de 50%, divida o percentual de cada candidato pela soma dos dois. Exemplo: 46% contra 42% em votos totais vira cerca de 52% contra 48% em válidos.
2. Considere a margem de erro em dobro
A margem vale para cada candidato. Uma diferença de 4 pontos com margem de 2 pontos está no limite do empate técnico.
3. Pese a rejeição
No segundo turno, quem tem rejeição alta tem menos espaço para crescer. Compare a rejeição com a intenção de voto: se somadas passam de 90%, sobra pouco eleitor disponível.
4. Olhe a tendência, não a foto
Uma única pesquisa pode estar fora da curva. Faça a média dos institutos e veja a direção dos últimos dias.
Transferência de votos
Os votos de quem ficou fora do segundo turno não se transferem automaticamente. Apoios formais ajudam, mas parte do eleitorado anula ou se abstém.
Das pesquisas às probabilidades
Uma vantagem de 4 pontos em válidos não significa 54% de chance de vitória: costuma significar muito mais. É aqui que mercados de previsão entram, traduzindo a incerteza em preço. Veja a comparação completa em pesquisas eleitorais vs mercados de previsão e confira quais cargos estão em disputa.
Evite os erros mais comuns de quem lê pesquisas com pressa.
Próximo passo
Do seu país, o Polymarket hoje só permite encerrar posições existentes. Você pode acompanhar mercados e preços e conhecer as etapas com nossos guias sobre cadastro e depósito, mas só pode abrir novas operações enquanto estiver em um país atendido. Nunca esconda sua localização com VPN: isso viola os termos de uso e pode levar ao bloqueio da conta. Veja onde o Polymarket está disponível.


